Uma Tradição Milenar
Há mais de 5.000 anos, civilizações ao redor do mundo descobriram os poderes extraordinários do própolis. Hoje, resgatamos essa sabedoria ancestral com o própolis azul da Mata Atlântica.
Resgatando a Sabedoria dos Ancestrais
O própolis não é uma descoberta moderna. Desde os egípcios que embalsamavam faraós até os povos indígenas brasileiros que cuidam de suas colmeias há milênios, o própolis sempre foi reconhecido como um dos mais poderosos presentes da natureza.
Com o própolis azul de Morretes, estamos honrando essa tradição milenar, unindo o conhecimento ancestral às pesquisas científicas contemporâneas das principais universidades brasileiras.
"Os egípcios consideravam o própolis o segredo para a saúde e vida eternas. Cinco mil anos depois, a ciência moderna confirma o que eles já sabiam."
Linha do Tempo do Própolis
Uma jornada através dos séculos e civilizações que reconheceram o poder do própolis
Egípcios Antigos
Usavam própolis para embalsamar múmias, aproveitando suas propriedades preservativas. Faraós tinham o título de "Rei Abelha" e consideravam o própolis "o segredo para a saúde e vida eternas". Mencionado no Papiro Ebers para tratamentos médicos.
Hebreus Antigos
Referido como "tzori" no Antigo Testamento, um bálsamo terapêutico usado em rituais sagrados. O Bálsamo de Gileade foi dado ao Rei Salomão pela Rainha de Sabá como presente precioso.
Assírios Antigos
Aplicavam própolis em feridas e tumores para combater infecções, reconhecendo seu poder antibacteriano milênios antes da descoberta dos antibióticos.
Persas Antigos
Avicena (século XI) descrevia como "cera preta" para tratar eczemas, mialgias, reumatismo e extração de farpas. Usado como remédio e agente de limpeza.
Gregos Antigos
Aristóteles cunhou o termo "própolis" (defensor da cidade). Hipócrates, o pai da medicina, prescrevia para feridas, úlceras e contusões.
Romanos Antigos
Soldados levavam própolis para guerras como tônico e para curar feridas. Plínio, Galeno e Dioscórides o mencionavam em tratados médicos como agente purificador.
Chineses Antigos
Incluído em receitas médicas tradicionais com mel para tratar feridas, prevenir doenças, dores de dente e infecções. Parte da medicina tradicional chinesa.
Incas
Povos sul-americanos pré-colombianos usavam para reduzir febre e tratar ferimentos, aproveitando propriedades anti-inflamatórias e antitérmicas.
Povos Indígenas Brasileiros
Kayapó, Mura e outros povos da Amazônia utilizam geoprópolis de abelhas sem ferrão para tratar inflamações, infecções e feridas. Práticas sustentáveis de meliponicultura preservadas até hoje.
Europa Medieval
Usado como "penicilina russa" em infecções orais e feridas. Georgianos e poloneses desenvolveram tratamentos baseados em própolis para cárie dentária e infecções.
Italianos
Usado como conservante nos famosos vernizes dos violinos Stradivarius, demonstrando suas propriedades preservativas excepcionais.
Guerras Mundiais
Soviéticos usavam própolis para tratar infecções em feridas durante as Guerras Mundiais, apelidado de "penicilina russa" por sua eficácia antibacteriana.
Egípcios Antigos
Usavam própolis para embalsamar múmias. Faraós tinham o título de "Rei Abelha" e consideravam o própolis "o segredo para a saúde e vida eternas".
Hebreus Antigos
Referido como "tzori" no Antigo Testamento, um bálsamo terapêutico. O Bálsamo de Gileade foi dado ao Rei Salomão pela Rainha de Sabá.
Gregos Antigos
Aristóteles cunhou o termo "própolis" (defensor da cidade). Hipócrates prescrevia para feridas, úlceras e contusões.
Romanos Antigos
Soldados levavam própolis para guerras. Plínio, Galeno e Dioscórides o mencionavam em tratados médicos.
Povos Indígenas Brasileiros
Kayapó e Mura utilizam geoprópolis de abelhas sem ferrão. Práticas sustentáveis de meliponicultura preservadas até hoje.
Italianos
Usado como conservante nos famosos vernizes dos violinos Stradivarius.
Guerras Mundiais
Soviéticos usavam própolis para tratar infecções, apelidado de "penicilina russa".
O Legado Continua em Morretes
Assim como os egípcios há 5.000 anos, hoje em Morretes, Paraná, criadores responsáveis extraem o própolis azul da abelha mandaçaia seguindo práticas sustentáveis que respeitam as abelhas e preservam a Mata Atlântica.
Cada gota do nosso extrato carrega milênios de sabedoria ancestral, validada agora pela ciência moderna das universidades brasileiras.
Experimente Esta Tradição Milenar
O própolis azul de Morretes une a sabedoria ancestral à ciência moderna. Descubra você também esse tesouro da natureza.