Uma Tradição Milenar
Há mais de 5.000 anos, civilizações ao redor do mundo descobriram os poderes extraordinários do própolis. Hoje, resgatamos essa sabedoria ancestral com o própolis azul da Mata Atlântica.
Resgatando a Sabedoria dos Ancestrais
O própolis não é uma descoberta moderna. Desde os egípcios que embalsamavam faraós até os povos indígenas brasileiros que cuidam de suas colmeias há milênios, o própolis sempre foi reconhecido como um dos mais poderosos presentes da natureza.
Com o própolis azul de Morretes, estamos honrando essa tradição milenar, unindo o conhecimento ancestral às pesquisas científicas contemporâneas das principais universidades brasileiras.
"Os egípcios consideravam o própolis o segredo para a saúde e vida eternas. Cinco mil anos depois, a ciência moderna confirma o que eles já sabiam."
Linha do Tempo do Própolis
Uma jornada através dos séculos e civilizações que reconheceram o poder do própolis
🏛️ Egípcios Antigos
Usavam própolis para embalsamar múmias, aproveitando suas propriedades preservativas. Faraós tinham o título de "Rei Abelha" e consideravam o própolis "o segredo para a saúde e vida eternas". Mencionado no Papiro Ebers para tratamentos médicos.
✡️ Hebreus Antigos
Referido como "tzori" no Antigo Testamento, um bálsamo terapêutico usado em rituais sagrados. O Bálsamo de Gileade foi dado ao Rei Salomão pela Rainha de Sabá como presente precioso.
🦁 Assírios Antigos
Aplicavam própolis em feridas e tumores para combater infecções, reconhecendo seu poder antibacteriano milênios antes da descoberta dos antibióticos.
🏰 Persas Antigos
Avicena (século XI) descrevia como "cera preta" para tratar eczemas, mialgias, reumatismo e extração de farpas. Usado como remédio e agente de limpeza.
🏺 Gregos Antigos
Aristóteles cunhou o termo "própolis" (defensor da cidade). Hipócrates, o pai da medicina, prescrevia para feridas, úlceras e contusões.
⚔️ Romanos Antigos
Soldados levavam própolis para guerras como tônico e para curar feridas. Plínio, Galeno e Dioscórides o mencionavam em tratados médicos como agente purificador.
🐉 Chineses Antigos
Incluído em receitas médicas tradicionais com mel para tratar feridas, prevenir doenças, dores de dente e infecções. Parte da medicina tradicional chinesa.
🌄 Incas
Povos sul-americanos pré-colombianos usavam para reduzir febre e tratar ferimentos, aproveitando propriedades anti-inflamatórias e antitérmicas.
🌿 Povos Indígenas Brasileiros
Kayapó, Mura e outros povos da Amazônia utilizam geoprópolis de abelhas sem ferrão para tratar inflamações, infecções e feridas. Práticas sustentáveis de meliponicultura preservadas até hoje.
🏰 Europa Medieval
Usado como "penicilina russa" em infecções orais e feridas. Georgianos e poloneses desenvolveram tratamentos baseados em própolis para cárie dentária e infecções.
🎻 Italianos
Usado como conservante nos famosos vernizes dos violinos Stradivarius, demonstrando suas propriedades preservativas excepcionais.
🏥 Guerras Mundiais
Soviéticos usavam própolis para tratar infecções em feridas durante as Guerras Mundiais, apelidado de "penicilina russa" por sua eficácia antibacteriana.
🏛️ Egípcios Antigos
Usavam própolis para embalsamar múmias. Faraós tinham o título de "Rei Abelha" e consideravam o própolis "o segredo para a saúde e vida eternas".
✡️ Hebreus Antigos
Referido como "tzori" no Antigo Testamento, um bálsamo terapêutico. O Bálsamo de Gileade foi dado ao Rei Salomão pela Rainha de Sabá.
🏺 Gregos Antigos
Aristóteles cunhou o termo "própolis" (defensor da cidade). Hipócrates prescrevia para feridas, úlceras e contusões.
⚔️ Romanos Antigos
Soldados levavam própolis para guerras. Plínio, Galeno e Dioscórides o mencionavam em tratados médicos.
🌿 Povos Indígenas Brasileiros
Kayapó e Mura utilizam geoprópolis de abelhas sem ferrão. Práticas sustentáveis de meliponicultura preservadas até hoje.
🎻 Italianos
Usado como conservante nos famosos vernizes dos violinos Stradivarius.
🏥 Guerras Mundiais
Soviéticos usavam própolis para tratar infecções, apelidado de "penicilina russa".
O Legado Continua em Morretes
Assim como os egípcios há 5.000 anos, hoje em Morretes, Paraná, criadores responsáveis extraem o própolis azul da abelha mandaçaia seguindo práticas sustentáveis que respeitam as abelhas e preservam a Mata Atlântica.
Cada gota do nosso extrato carrega milênios de sabedoria ancestral, validada agora pela ciência moderna das universidades brasileiras.
Experimente Esta Tradição Milenar
O própolis azul de Morretes une a sabedoria ancestral à ciência moderna. Descubra você também esse tesouro da natureza.